Ter um negócio exige total dedicação. Os donos de empresas precisam manter o foco em inúmeros detalhes a fim de entregar serviços e bens, com qualidade e agilidade. Neste cenário cheio de variáveis, podemos ser surpreendidos por imprevistos.

O seguro empresarial existe para recuperar rapidamente os danos que venham a acontecer no processo do seu negócio, desde pequenos ajustes a acidentes mais graves. Neste post explicaremos como o seguro empresarial funciona.

Todo edifício onde uma empresa exerce atividade está sujeito a situações inesperadas. Uma chuva forte, raios, uma falha em algum sistema de segurança. Estes são alguns exemplos de imprevistos dos quais muitos donos de negócio não se dão conta. Muitas vezes, isso ocorre porque imaginam que a chance do acontecimento é extremamente baixa.

Os seguros empresariais garantem a recuperação rápida de bens ou de estruturas danificadas que prejudicam o andamento do negócio, sem que o empresário ou sua equipe percam muito tempo sobre aquele problema.

Um destelhamento de uma fábrica por conta de ventos fortes, por exemplo, é um acontecimento que exige resposta rápida. Caso contrário, a empresa poderá perder muito tempo e dinheiro até o fim dos devidos reparos. Mesmo se o local não é de sua propriedade, mas alugado, a responsabilidade recai sobre quem atua no imóvel. 

Seguro empresarial como funciona?

Os seguros empresariais mais comuns são os que indenizam danos no edifício ou em bens no interior da empresa, em decorrência de incêndios, explosões ou panes elétricas. Desastres naturais, como uma chuva de granizo, também podem entrar em uma apólice nessa cobertura. Outros acontecimentos, como crimes ou vandalismo contra o patrimônio da empresa também podem ser assegurados.

As formas de cobertura das apólices são bem flexíveis, podendo ser adequadas de acordo com as necessidades da empresa e em concordância com a atividade comercial exercida. Uma dica importante para ajustar a apólice do seguro empresarial é reconhecer os potenciais riscos para o seu negócio.

Responsabilidade civil

O seguro empresarial pode também garantir que a empresa cumpra uma série de responsabilidades civis. Dentre elas, o pagamento de indenizações de veículos ou bens de terceiros que estejam sob a guarda do empregador.

Outro exemplo de responsabilidade civil é o pagamento de indenizações a funcionários que se acidentaram durante o trabalho. 

O que não entra na cobertura?

Por mais que o seguro empresarial seja uma contratação fundamental para sua empresa, é bom conhecer alguns itens que naturalmente não são oferecidos pelas apólices, porque não estão diretamente ligados à atividade final da empresa. Joias, metais preciosos, obras de arte e raridades são alguns desses itens que geralmente ficam de fora do seguro empresarial.

Indenizações de veículos terrestres, embarcações e aéreos também não entram nessa modalidade de seguro. O que pode acontecer, por exemplo, é a cobertura de danos a terceiros, causados pela queda de uma aeronave da empresa. Neste caso, o seguro estaria cobrindo a responsabilidade civil da empresa sobre o ocorrido e não o valor do veículo.

O uso contínuo de equipamentos também não é motivo para ativar este seguro. Máquinas que desgastam por ação do tempo ou mesmo que deterioram por tempo de uso não estão dentro das apólices do seguro empresarial.

Fonte: https://www.bidu.com.br/seguro-empresarial/seguro-empresarial-como-funciona/

 

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